NF-e: emitir
Concluído
Aula 7 — Notas de remessa
Há notas que ninguém paga. Consignação é estoque nosso na prateleira do outro; bonificação é doação; feira é mercadoria que vai e volta. A nota precisa existir, porque o Brasil cobra nota de todo movimento — mas não há dívida nenhuma, e o sistema não pode fingir que há.
Roteiro
- O caminho começa na tela inicial, entre os aplicativos.
- Faturamento. Esta última aula é a nota que ninguém paga: a remessa.
- Clientes, Remessas. Uma lista só, separada das faturas, para tudo que se movimenta sem cobrar: consignação, bonificação, feira.
- As colunas dizem de onde cada remessa veio — a origem — e qual é o documento que a coordenou. O número da NFe está aqui também: remessa é nota como qualquer outra, e sai numerada da SEFAZ.
- Uma remessa aberta. Repare no número: ela não é INV, é REM. Diário próprio, e não o de vendas — é isso que a tira da receita.
- E ela já nasce quitada, sem ninguém registrar pagamento. A posição fiscal da remessa manda baixar o a receber contra uma conta espelho no instante em que a nota é confirmada.
- O motivo é que não há dívida nenhuma. Consignação é estoque nosso na prateleira do outro; bonificação é doação. A nota precisa existir, porque o Brasil cobra nota de todo movimento — mas ninguém deve nada.
- A configuração mora na posição fiscal: baixa automática ligada, e a conta contra a qual se baixa. Trocar a posição fiscal de uma remessa por uma de venda é o erro que o módulo fecha na porta — a nota sairia sem imposto e virava receita.
- É este o curso: a nota nasce da fatura, três cadastros dizem o que sai, a operação fiscal dá o CFOP, e a emissão tem dois tempos. Fim do curso.
Diário próprio, que tira a remessa da receita; posição fiscal com baixa automática, que quita o a receber no instante em que a nota é confirmada; e uma lista só, em Clientes, Remessas, com a origem de cada uma. Trocar a posição fiscal de uma remessa por uma de venda é a porta que o módulo fecha: a nota sairia sem imposto e viraria receita. Fim do curso.
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1.
O que faz de um diário um diário de remessa?
2.
Por que a remessa nasce quitada?
3.
Por que a nota de remessa não leva conta bancária?
4.
Uma fatura no diário de vendas com a posição fiscal da consignação: o que acontece?