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Aula 4 — Emitir uma nota em dois tempos

A emissão tem dois tempos porque a SEFAZ é assíncrona. O primeiro envia e recebe um protocolo de recebimento; o segundo pergunta se foi autorizada. Esta aula percorre os dois, numa fatura confirmada, contra a SEFAZ de homologação.

Roteiro

  1. O caminho começa na tela inicial, entre os aplicativos.
  2. Faturamento. Esta aula emite uma nota, de verdade, contra a SEFAZ de homologação.
  3. Clientes, Faturas.
  4. Uma fatura confirmada, com cliente, linhas e valor. Confirmada é o pré-requisito: em rascunho não existe botão de emitir, e isso não é defeito — nota de rascunho não existe.
  5. Antes de emitir, a aba NFe. A operação fiscal já veio da posição fiscal da fatura; o que falta é o transporte.
  6. Volumes, espécie e peso bruto. A casa exige os três: quem recebe a carga confere caixa por caixa contra o que a DANFE diz, e nota sem volume não fecha romaneio.
  7. A modalidade de frete e a transportadora. Com a modalidade nove, sem ocorrência de transporte, o grupo nem viaja na nota — e aí nomear quem carrega seria mentir.
  8. Agora o primeiro tempo: Emitir NFe. Ele monta o JSON, confere o que falta antes de gastar uma chamada, e manda para a Focus.
  9. E a resposta é "processando autorização". Não é lentidão nossa: a SEFAZ é assíncrona, e quem emite recebe um protocolo de recebimento, não a autorização.
  10. O segundo tempo é Consultar SEFAZ, que pergunta em que pé está. Existe também uma rotina que pergunta sozinha de dez em dez minutos — o botão é para quem não quer esperar.
  11. Autorizada. A faixa verde no alto diz isso de longe, sem precisar abrir aba nenhuma.
  12. E aqui está o que voltou: a chave de acesso de quarenta e quatro dígitos, o número, a série e o protocolo. A chave é o nome da nota no mundo — é ela que o cliente digita para consultar.
  13. E no histórico da fatura, o registro do que aconteceu, com a chave, o número e o protocolo — e os dois documentos anexados: a DANFE em PDF e o XML. A DANFE de homologação sai com a tarja "sem valor fiscal", que é a própria SEFAZ que exige: o ensaio diz que é ensaio.

Fatura lançada, transporte preenchido, Emitir NFe, Consultar SEFAZ. Volta a chave de quarenta e quatro dígitos, o número, a série, o protocolo — e a DANFE com o XML, anexados na fatura. Uma rotina pergunta sozinha de dez em dez minutos; o botão é para quem não quer esperar.

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