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Aula 3 — Operações fiscais: o CFOP sem o primeiro dígito

CFOP tem quatro dígitos, e a casa cadastra três. O primeiro não é da operação: é do destino. Esta aula mostra a lista de operações fiscais, a ficha de uma delas e as posições fiscais que vêm prontas, uma por operação e por empresa.

Roteiro

  1. O caminho começa na tela inicial, entre os aplicativos.
  2. Faturamento. Esta aula é a operação fiscal: de onde vem o CFOP de cada nota.
  3. Configuração, Operações fiscais.
  4. Repare nos códigos: cento e um, novecentos e dezessete, novecentos e quarenta e nove. Três dígitos, e não quatro — é o CFOP sem o primeiro dígito.
  5. O primeiro dígito não se cadastra porque ele não é da operação: é do destino. Dentro do estado a saída leva cinco; para outro estado, seis. Uma linha por operação, e não duas.
  6. A ficha de uma operação. À esquerda o que ela é; à direita como ela vira nota fiscal: a natureza que aparece no alto da DANFE, a finalidade, e a tributação do ICMS.
  7. A letra é a taxonomia da casa: A é venda, B é consignação nossa, C é consignação de terceiros, D é bonificação, E é remessa. Ela existe para que catorze mil notas antigas ainda se deixem somar por família.
  8. E estas são as posições fiscais, que vêm prontas: uma por operação, por empresa, criadas pelo módulo quando a empresa nasce. O nome diz a letra, a operação e o par de CFOPs.
  9. É a posição fiscal que a fatura veste, e é dela que a nota tira a operação. Escolher a posição fiscal é escolher o CFOP — sem digitar código nenhum.

Uma linha por operação, e não duas. Dentro do estado a saída leva cinco, para outro estado leva seis; a entrada leva um ou dois. Quem escolhe a posição fiscal na fatura já escolheu o CFOP, sem digitar código nenhum — e a exportação é a exceção, porque lá o código significa outra coisa e se escreve à mão.

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