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Aula 2 — Ligar a integração

Esta aula abre a conta do Olist: onde o token vive, o que a margem de segurança faz, e o que significa uma conta em somente leitura.

Roteiro

  1. O caminho começa na tela inicial, entre os aplicativos.
  2. Abra o aplicativo Olist. Ele abre na fila do que há para despachar.
  3. Configurações, Contas: uma conta por conta do Olist, cada uma amarrada a uma empresa.
  4. A conta: o nome, a empresa, e o token. Ele vive no banco, não no código nem num arquivo; quem o troca é quem tem acesso a esta ficha.
  5. Somente leitura: com a chave ligada, nada é escrito no Olist. É assim que a casa ensaia sem risco, e é assim que esta encenação está.
  6. Margem de segurança: quantos exemplares ficam de fora do que se anuncia. Dois significa que o Olist nunca vê os dois últimos — a venda simultânea no balcão não vira falta.
  7. Os botões de leitura, que é o que a conta faz: ler notas fiscais, ler catálogo, ler pedidos, ler saldos. Nenhum deles escreve no Olist.
  8. E um que escreve, quando a conta não está em somente leitura: Subir estoque agora, que é a aula três.
  9. Os números do alto: notas fiscais lidas, títulos divergentes, pedidos a importar e canais sem mapear. Cada um abre a lista de onde saiu.
  10. As leituras rodam sozinhas de duas em duas horas. Nesta encenação os agendamentos estão desligados, e cada botão é o mesmo trabalho feito à mão.

Uma conta por conta do Olist, presa a uma empresa; token no banco; somente leitura para ensaiar; margem de segurança para não prometer o que não há. A próxima aula compara os estoques.

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